"concedei-nos senhor a serenidade necessária para aceitarmos o que não podemos modificar, coragem pra modificar aquelas que podemos e serenidade para distinguir umas das outras."
um dia de cada vez.
no iTunes: marilyn manson - valentine's day
19 de junho de 2012
27 de maio de 2012
16 de maio de 2012
be my person
Te amar é:
Nervosa: “Odeio meu msn!”
Curiosa: “Eu queria muito saber o que vc falou pra Sá”
Momentos sérios: “Não ri que eu tô brava agora'”
Traumatizada: “Não to acostumada com boa educação”
Expressiva: “Nããããããããão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”
De acordo: “Tá bom vai, porra!”
Malandra: “Qual é!”
Direta: “Se você falar na minha lingua eu entendo, animal”
Empolgada: “PONTO!”
Tira o dela da reta: “Não sei de nada, cheguei agora”
Levanta tua moral: “Como você é Antipática”
Ariana I: “Sai do telefone, porra!”
Ariana II: ”Chega!”
Ariana III: “Acabou a brincadeira”
Ariana IV: “Eu dito as regras ok?”
Ariana V: “Vai passar a ter!”
Ariana VI: “Agora!”
Ariana VII: “Vou ter que repetir que essa porra não vale?”
Seletiva: “Pula esse assunto”
Competidora nata: “Então vai, valendo!!!!!”
Ilustrativa: “Alguma coisa que te deixa amarelo...Estilo Simpson”
Preocupada:”Foda-se você!”
Indecente: “Desce mais”
Auto-explicativa: “Eu fico agressiva nos domingos e segundas a noite”
Inconformada I: “Até pra abrir pacote de bolacha eu tenho dificuldade!”
Inconformada II: “5 horas pra impressora processar a impressão....”
Conformada: “Uma hora ela vai imprimir... o negócio é ter paciência”
Conformada II: “Eu sempre queimo meu próprio filme”
Lucas Silva e Silva: “Eu sou desligada.”
Sutil: “Fala alguma coisa, porra!”
Pedinte: “Fala uma graça pra eu rir”
Ameaçadora: “Não me provoca que eu te quebro em duas!”
Desconfiada: “Quando chegar eu vou conferir se você mandou mesmo!”
Auto-descritiva: “Caralho, odeio adivinhar”
Polida: “Que porra de caralho é essa de msn pago?”
Lerda: “hã?!...aaaaah saquei...ahhhhhhhhhhhhh sim agora saquei!”
Do contra: “Todo mundo vai nessa merda. que saco!”
Nervosa: “Odeio meu msn!”
Curiosa: “Eu queria muito saber o que vc falou pra Sá”
Momentos sérios: “Não ri que eu tô brava agora'”
Traumatizada: “Não to acostumada com boa educação”
Expressiva: “Nããããããããão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”
De acordo: “Tá bom vai, porra!”
Malandra: “Qual é!”
Direta: “Se você falar na minha lingua eu entendo, animal”
Empolgada: “PONTO!”
Tira o dela da reta: “Não sei de nada, cheguei agora”
Levanta tua moral: “Como você é Antipática”
Ariana I: “Sai do telefone, porra!”
Ariana II: ”Chega!”
Ariana III: “Acabou a brincadeira”
Ariana IV: “Eu dito as regras ok?”
Ariana V: “Vai passar a ter!”
Ariana VI: “Agora!”
Ariana VII: “Vou ter que repetir que essa porra não vale?”
Seletiva: “Pula esse assunto”
Competidora nata: “Então vai, valendo!!!!!”
Ilustrativa: “Alguma coisa que te deixa amarelo...Estilo Simpson”
Preocupada:”Foda-se você!”
Indecente: “Desce mais”
Auto-explicativa: “Eu fico agressiva nos domingos e segundas a noite”
Inconformada I: “Até pra abrir pacote de bolacha eu tenho dificuldade!”
Inconformada II: “5 horas pra impressora processar a impressão....”
Conformada: “Uma hora ela vai imprimir... o negócio é ter paciência”
Conformada II: “Eu sempre queimo meu próprio filme”
Lucas Silva e Silva: “Eu sou desligada.”
Sutil: “Fala alguma coisa, porra!”
Pedinte: “Fala uma graça pra eu rir”
Ameaçadora: “Não me provoca que eu te quebro em duas!”
Desconfiada: “Quando chegar eu vou conferir se você mandou mesmo!”
Auto-descritiva: “Caralho, odeio adivinhar”
Polida: “Que porra de caralho é essa de msn pago?”
Lerda: “hã?!...aaaaah saquei...ahhhhhhhhhhhhh sim agora saquei!”
Do contra: “Todo mundo vai nessa merda. que saco!”
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fucking good.
15 de maio de 2012
so fucking serious
aqui estamos.
você ai com essa cara desconfiada, e eu aqui com o rosto quente.
eu podia e talvez devesse até reclamar e brigar muito, mas muito, muito MESMO.
mas tenho preguiça, tô cansada de sentir raiva, tô meio na bad de querer ter razão.
afinal eu nunca tenho mesmo razão, vamos nos enganar pra que?
a gente chegou no fundo do poço, cada uma com seu cada qual, mas estamos perdidas e no meu caso dilacerada por tantas e tantas coisas.
foram amores perdidos demais, desamores corriqueiros, putas mal comidas, pó de má qualidade, filmes intensos e muita, mas muita mágoa.
eu não sei como é que isso devia ser feito, você pede desculpas eu finjo que perdôou? eu deixo você voltar pra minha vida e tudo bem? a gente senta, briga, coloca todo e qualquer coisa no lugar? você tem razão e eu não?
tô cansada.
mesmo.
tô velha, rancorosa, mal amada, não tenho mais saco pra isso, não tenho mais saúde, nem pique pra te odiar, pra odiar a gente, pra odiar o mundo.
eu quero amor quentinho, meias de lã e música boa.
eu quero voltar a viver, eu quero viver bem, eu quero ter pelo que viver de novo.
eu queria um bocado de coisas que nem sei ainda o que são, mas eu quero, eu sinto que quero, eu quero mais que isso.
eu quero mais do que deveria ter existido.
eu deixei amor pra você aqui, eu algum lugar, não sei onde, é verdade, mas deixei.
deixei coisas inacabadas, tantos assuntos abertos pra discussão, preciso de alguém pra me ouvir rabugenta reclamar de música ruim.
sabe isso? sabe cumplicidade? sabe amor eterno?
sabe o que a gente tinha prometido?
sabe de uma coisa, eu tô puta, mas tô com saudade.
é isso.
no itunes: sonic youth - dreamfinger
você ai com essa cara desconfiada, e eu aqui com o rosto quente.
eu podia e talvez devesse até reclamar e brigar muito, mas muito, muito MESMO.
mas tenho preguiça, tô cansada de sentir raiva, tô meio na bad de querer ter razão.
afinal eu nunca tenho mesmo razão, vamos nos enganar pra que?
a gente chegou no fundo do poço, cada uma com seu cada qual, mas estamos perdidas e no meu caso dilacerada por tantas e tantas coisas.
foram amores perdidos demais, desamores corriqueiros, putas mal comidas, pó de má qualidade, filmes intensos e muita, mas muita mágoa.
eu não sei como é que isso devia ser feito, você pede desculpas eu finjo que perdôou? eu deixo você voltar pra minha vida e tudo bem? a gente senta, briga, coloca todo e qualquer coisa no lugar? você tem razão e eu não?
tô cansada.
mesmo.
tô velha, rancorosa, mal amada, não tenho mais saco pra isso, não tenho mais saúde, nem pique pra te odiar, pra odiar a gente, pra odiar o mundo.
eu quero amor quentinho, meias de lã e música boa.
eu quero voltar a viver, eu quero viver bem, eu quero ter pelo que viver de novo.
eu queria um bocado de coisas que nem sei ainda o que são, mas eu quero, eu sinto que quero, eu quero mais que isso.
eu quero mais do que deveria ter existido.
eu deixei amor pra você aqui, eu algum lugar, não sei onde, é verdade, mas deixei.
deixei coisas inacabadas, tantos assuntos abertos pra discussão, preciso de alguém pra me ouvir rabugenta reclamar de música ruim.
sabe isso? sabe cumplicidade? sabe amor eterno?
sabe o que a gente tinha prometido?
sabe de uma coisa, eu tô puta, mas tô com saudade.
é isso.
no itunes: sonic youth - dreamfinger
4 de maio de 2012
beautiful stranger
engraçado, que quando eu era mais nova, eu sempre achava que quando eu crescesse eu iria entender melhor esse turbilhão de coisas aqui dentro de mim, mas não, né??
bastou eu crescer pra descobrir que continuo não entendendo picas....
o caso é que é muito doloroso assumir os erros da própria vida, muito, muito, assumir tudo sem usar ninguém como escudo, nem pai alcoolatra, nem mãe, nem namorada histérica, nem três irmãos chatos, nem porra nenhuma, depois duma vida quase longa botando a culpa nos outros, reconhecer que são suas todas as falhas, que são seus os tropeços, erros e defeitos, que foram cometidas por você as burradas, é estranho...
bastou eu crescer pra descobrir que continuo não entendendo picas....
o caso é que é muito doloroso assumir os erros da própria vida, muito, muito, assumir tudo sem usar ninguém como escudo, nem pai alcoolatra, nem mãe, nem namorada histérica, nem três irmãos chatos, nem porra nenhuma, depois duma vida quase longa botando a culpa nos outros, reconhecer que são suas todas as falhas, que são seus os tropeços, erros e defeitos, que foram cometidas por você as burradas, é estranho...
verdadeiro como jamais poderia ter sido.
mas mesmo assim, estranho.
3 de maio de 2012
i knew i was out of luck
não sei, sinto-me inadequada em várias situações recentes.
nada que eu possa vestir, falar, escrever, expressar parece servir.
há ruídos demais, interferências que se sobrepõem e tem me sobrado uma constante sensação de inadequação.
estou no lugar errado ou sou a pessoa errada, talvez as duas possibilidades, deve estar tudo errado.
é como se eu estivesse respondendo a uma prova de vestibular da dona vida, ela trouxe questões tão antigas, tão batidas e recorrentes que eu, na minha santa arrogância, achei que tiraria de letra.
e fui marcando as alternativas, escolhendo os quesitos, fazendo minhas contas, traçando gráficos, compondo tratados, tentando argumentar e argumentar e provar por As + Bs que eu poderia ter as respostas certas.
não tenho.
CLARO!
consegui errar todas, consegui marcar todas as respostas equivocadas e minhas contas não fecharam e meus gráficos ficaram tortos e eu me vi sem nenhum talento para negociar, pedir segunda prova, muito menos para colar ou para fazer adivinhações do quais seriam as respostas certas.
talvez elas nem existam.
será?
talvez só existam mesmo, pra valer, as questões.
com as mãos cheias de perguntas que jamais serão respondidas sigo... eu e minha inadequação...
eu e minhas roupas estranhas, eu e meus cabelos desarrumados, eu e meus livros já lidos e lidos de novo, eu e minha lingerie boba eu e minhas palavras inadequadas, meus passos inadequados, minha existência inadequada.
no último sonho, alguém chegava de surpresa.
o porteiro avisava pelo interfone e eu corria pelo apartamento como uma maluca recolhendo roupas e mais roupas espalhadas, bagunçadas pela casa... colocava as roupas em um cesto, escondia-as nos armários e elas não paravam de aparecer.
e nenhuma delas servia.
nenhuma era a roupa adequada para receber a visita.
por isso, agora, vou nua.
estou nua, na chuva!
nada que eu possa vestir, falar, escrever, expressar parece servir.
há ruídos demais, interferências que se sobrepõem e tem me sobrado uma constante sensação de inadequação.
estou no lugar errado ou sou a pessoa errada, talvez as duas possibilidades, deve estar tudo errado.
é como se eu estivesse respondendo a uma prova de vestibular da dona vida, ela trouxe questões tão antigas, tão batidas e recorrentes que eu, na minha santa arrogância, achei que tiraria de letra.
e fui marcando as alternativas, escolhendo os quesitos, fazendo minhas contas, traçando gráficos, compondo tratados, tentando argumentar e argumentar e provar por As + Bs que eu poderia ter as respostas certas.
não tenho.
CLARO!
consegui errar todas, consegui marcar todas as respostas equivocadas e minhas contas não fecharam e meus gráficos ficaram tortos e eu me vi sem nenhum talento para negociar, pedir segunda prova, muito menos para colar ou para fazer adivinhações do quais seriam as respostas certas.
talvez elas nem existam.
será?
talvez só existam mesmo, pra valer, as questões.
com as mãos cheias de perguntas que jamais serão respondidas sigo... eu e minha inadequação...
eu e minhas roupas estranhas, eu e meus cabelos desarrumados, eu e meus livros já lidos e lidos de novo, eu e minha lingerie boba eu e minhas palavras inadequadas, meus passos inadequados, minha existência inadequada.
no último sonho, alguém chegava de surpresa.
o porteiro avisava pelo interfone e eu corria pelo apartamento como uma maluca recolhendo roupas e mais roupas espalhadas, bagunçadas pela casa... colocava as roupas em um cesto, escondia-as nos armários e elas não paravam de aparecer.
e nenhuma delas servia.
nenhuma era a roupa adequada para receber a visita.
por isso, agora, vou nua.
estou nua, na chuva!
26 de janeiro de 2012
xissssssssssss
não tenho grandes talentos e nem pequeno, é verdade.
mas sou esforçada quando gosto de alguma coisa, e isso acontece muito comigo com a fotografia, não sou boa em fotografar, mas gosto de fazer testes, de pensar e fazer algumas coisas.
e eu perdi um pouco isso há algum tempo, talvez porque a pessoa que mais gostava de fotografar saiu da minha vida, e agora não sei direito o que fotografar.
mas sinto falta de arrumar e fazer fotos bacanas, era uma diversão quase terapeutica.
ver fotos é quase como reviver momentos, eu sinto vergonha quando vejo sua foto, sinto saudades e fico pensando o que você estava pensando na hora.
fotografar ainda me faz pensar em coisas boas, em situações que eu gostei de viver.
eternizar sensações.
preciso voltar a fazer isso, estou esquecendo da minha vida.
no itnues: B52's - cosmics thing
mas sou esforçada quando gosto de alguma coisa, e isso acontece muito comigo com a fotografia, não sou boa em fotografar, mas gosto de fazer testes, de pensar e fazer algumas coisas.
e eu perdi um pouco isso há algum tempo, talvez porque a pessoa que mais gostava de fotografar saiu da minha vida, e agora não sei direito o que fotografar.
mas sinto falta de arrumar e fazer fotos bacanas, era uma diversão quase terapeutica.
ver fotos é quase como reviver momentos, eu sinto vergonha quando vejo sua foto, sinto saudades e fico pensando o que você estava pensando na hora.
fotografar ainda me faz pensar em coisas boas, em situações que eu gostei de viver.
eternizar sensações.
preciso voltar a fazer isso, estou esquecendo da minha vida.
no itnues: B52's - cosmics thing
24 de janeiro de 2012
cigarettes and cola
não sou menininha, nem romântica, sou vadia, sou rebelde, falo alto, bebo bem e falo palavrão.
não, isso não deve ser ruim, é uma forma de levar a vida, vivemos num mundo machista, me protejo como posso, com quem posso e por quem posso.
isso nunca foi problema, nem pra mim e normalmente nem pra quem me rodeia.
meus amigos são tão junkies e bobos quanto eu, falam palavrão e contam piada suja na mesma normalidade que falam sobre doenças venérias e cabeças decepadas.
não faço tipo pra agradar, não tenho paciência.
e devo admitir que gente que fica querendo me mudar me irrita um pouco, me deixa fazer as coisas como gosto, ou me deixe simplesmente.
não tenho mais idade pra provar nada.
sou bem assim e vivo como vivo e pronto.
sou bissexual assumida, junkie até a página dois, roqueira de coração com toques energéticos de música ruim, gosto de comida japa mas não abro mão de um bom hamburguer, sou designer com mais força de vontade que talento, jogo vídeo game e adoro um desenho animado.
sou mais macho do que deveria, e provavelmente uso mais calça do que me cabe.
meu jeito de muleke alternê não vai mudar nada na forma como amo ou deixo de amar qualquer pessoa.
é simples.
no itunes: athlete - you know
não, isso não deve ser ruim, é uma forma de levar a vida, vivemos num mundo machista, me protejo como posso, com quem posso e por quem posso.
isso nunca foi problema, nem pra mim e normalmente nem pra quem me rodeia.
meus amigos são tão junkies e bobos quanto eu, falam palavrão e contam piada suja na mesma normalidade que falam sobre doenças venérias e cabeças decepadas.
não faço tipo pra agradar, não tenho paciência.
e devo admitir que gente que fica querendo me mudar me irrita um pouco, me deixa fazer as coisas como gosto, ou me deixe simplesmente.
não tenho mais idade pra provar nada.
sou bem assim e vivo como vivo e pronto.
sou bissexual assumida, junkie até a página dois, roqueira de coração com toques energéticos de música ruim, gosto de comida japa mas não abro mão de um bom hamburguer, sou designer com mais força de vontade que talento, jogo vídeo game e adoro um desenho animado.
sou mais macho do que deveria, e provavelmente uso mais calça do que me cabe.
meu jeito de muleke alternê não vai mudar nada na forma como amo ou deixo de amar qualquer pessoa.
é simples.
no itunes: athlete - you know
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